Em
tempos, Glä’kar foi uma vasta herdade gentilmente governada pelo rei Sorth. Após
quase um século de paz, o rei velho, como o chamavam, faleceu de uma tosse
efémera. Do seu sangue nenhum filho sobreviveu até depois da sua morte. Um mal
hereditário de que nenhuma curandeira ou bruxa os conseguira salvar.
Para
governar a herdade foram chamadas ao conselho geral todos os senhores ricos que
viviam em todo a extensa região para a eleição do sucessor ao rei. Nem o mais
velho homem vivo em todo o reino, se lembrava de tão grande reunião e discussão
para definir e escolher quem tinha maior capacidade para governar aquelas
terras.
Decidirem até então que haviam 25 senhores
numa região demasiado grande para ser governada por um só rei. Todos assumiram
que não poderiam prolongar o seu poder até tão longe da forma tão recta e com
sucesso como o seu falecido rei fizera outrora.
A voto
dos senhores, foram designados dois sucessores ao reino. O rei Merkalgh (meu
avó) e o rei Fertwg. Durante 20 anos os povos foram-se adaptando ao novo
senhor, à nova língua, a novas tradições, religião e tudo correu bem. Até ao
dia em que o rei Fertwg é assassinado e é nomeado seu sucessor um primo
afastado, o rei kolrg. Depois de pequenos aparatos entre os dois reinos, por
motivos territoriais e acesso às costas, foi travada uma batalha onde muitas
das suas gentes morreram e outras ficaram com profundas cicatrizes. Quando meu
pai e meu tio foram nomeados reis da quota parte que pertencia a meu avô, foi
reposta a paz após muitas negociações com o rei Kolrg. Uma paz utópica.
Assim,
meu pai, o rei Gherlgh, ficara com o título de rei das terras do sul junto às
costas e meu tio o rei Corwesg, governava as terras junto às montanhas. Divididas
as suas riquezas, a herdade do sul junto à costa era rica em sal, algas,
plantas medicinais, bom pasto e madeira. Nas terras junto à montanha, as terras
eram ricas em madeira, minas, pedra branca e bom gado. O que cada povo
precisava, o comércio era feito entre as terras do sul. O reino do norte,
governado pelo então rei Kolrg, era um terreno sem mar, tinha de riqueza os
bons pastos, bons cereais, bom gado e tinha os melhores soldados em várias
modalidades, como, o arco, espada e umas inovações em maquinaria famosas por
serem tão estranhas e de impato feroz.
Às
terras do norte é chamada de alvorada, ou na língua de Kolrg, a “Awsser”. As
terras do sul é dado o nome de sagrada, na nossa língua, “Luzheër”, porque nela
habitaram em tempos as criaturas do outro mundo. Lendas antigas que só nas
terras do rei Gherlgh ainda se mantém o respeito e prática das suas tradições,
orações e rituais. Uma ligação que jamais deixou de existir por fruto da
herança da família.
O
rei Gherlgh, meu pai, subiu ao trono com apenas 12 anos, até à sua maioridade
foi meu avô que tomou as necessárias decisões na qualidade de tutor e alto conselheiro.
Meu pai sempre foi um homem bondoso, tentando acautelar todas as decisões de
forma justa, recorrendo às soluções que não prejudicasse o próximo. Se tal não fosse
possível de evitar, estabelecia-se a melhor forma para o menor prejuízo
possível ao outro. Antes de ser rei, ele é sobretudo pai de família, amigo,
companheiro e soldado. Não preciso de descrever muito mais, apenas julgo
necessário intensificar a ideia de que é um pai extremoso e atento, um amigo
atencioso e um guerreiro eficaz.
Meu
tio, o rei Corwesg sempre fora bom para mim. Casara muito cedo com Beldine, uma
princesa estrangeira e com ela teve uma única filha a qual irá casar em breve
com um importante senhor das terras abaixo das costas. Meu tio também fora em
tempos um grande soldado do rei meu avô, sempre amou muito meu pai, grandes
amigos desde a infância. Quando meu pai recusara ficar com as minas preferindo
as costas, meu tio agradeceu, porque nada lhe serviam as costas com as marés
negras e bravas, antes preferia as minas, de onde cresceu nos seus labirintos
de cor dourada. Desde há uns tempos que não nos visita, o comércio mineiro
aumentou e ele está muito tempo ausente com sucesso dos seus negócios.
O
rei kolrg é um homem já de uma certa idade, que desde muito cedo tem um treino
intensivo para o combate. É um homem determinado que para servir os seus
interesses é capaz de qualquer coisa. É conhecido por intimidar os mais fracos
e levá-los a fazer o que deseja. Não é crente na velha fé, e há quem diga que
apenas acredita em si próprio e na sua capacidade de mudar as coisas. Nunca
ficou satisfeito por exercer poder apenas sobre uma parte de toda a antiga
Glä’kar, e diz querer voltar a unir o reino como outrora no tempo do rei velho,
como ainda é chamado nos nossos dias, alegando que tem direito ao trono e é legítimo
herdeiro de sangue. Um filho de um filho bastardo, dizem as aves espias. Em
breve os tempos irão mudar, as terras do sul irão defrontar uma vez mais as
terras do norte, tensão que se mantém acesa desde que o trono ganhou novo
adquirente.
- Prima estás a ouvir-me, estava a perguntar-te como foi que recebeste o medalhão? – insistia Ewster na minha atenção descuidada.
- Foi a druida da família, a minha irmã Nwema. Quando eu nasci e a minha mãe me deu o nome de Myna, minha irmã colocou o medalhão no meu peito e disse que eu estava destinada a usá-lo.
- Que presente bom. Uma joia da família. Que pensas fazer com ele?
- Fazer? É um bem da minha família. Vou guardá-lo para as gerações seguintes. O que destino me reserva para fazer dele desconheço. Mas sei que o povo é unido pela força do medalhão. Por qualquer motivo a paz é sustentada pelo seu valor. Uma magia qualquer vive dentro dele. E por isso as pessoas depositam tanta fé em mim. Todos até mim própria temos um respeito divino por tal imagem. O que é surpreendente é que ninguém sabe o que dele representa, algo que trespassa para as pessoas é bastante para que tenham fé. O meu pai sabe o porquê mas jamais mo disse, nem agora que o medalhão desapareceu assim, sem qualquer explicação. Já passaram duas luas, e seja quem for que não acredite nesta história, mudará de opinião só ao ver as desgraças que têm caído sobre a herdade.
- Mas não te podem culpar do desaparecimento do medalhão. E a guerra não é culpa tua – dia a minha prima segurando-me na minha mão trémula.
- O problema não é a guerra. O problema está nas pessoas perderem a fé, porque esta é sustentada sobre algo ou sobre alguém, neste caso em mim com o medalhão. Nenhuma das coisas pode viver sozinha. O medalhão terá sempre valor. Mas a partir do momento em que uma druida te torna responsável pela fé do povo, é uma responsabilidade que não podes ignorar, é um dever superior a qualquer outro.
- E por isso teu pai mandou-te para aqui.
- Sim prima. Aqui, estou longe da herdade. O povo conta histórias do desaparecimento do medalhão, mas como não me vêem, acreditam que essas histórias são falsas. Mas não é o suficiente, fiquei a saber pelo mercador do meu pai que tem havido revoltas, algumas pessoas exigem ver-me na herdade com receio que caiam desgraças sobre as suas terras e os seus filhos.
- A fé está errada. Isso não é fé. É egoísmo. Depositam toda a carga de responsabilidade sobre ti. Como se não estivesses presente e todo o infortúnio fosse culpa tua.
- Esperemos que eles não tenham razão prima, ou então, terei mesmo de me responsabilizar com o que acontecer. Era eu quem guardava o medalhão, só o tiro no banho. Calhou um dia adormecer e quando acordei ele despareceu. Como? Ninguém entrara no meu quarto, os guardas estiveram sempre em pé à porta do quarto.
- Não estás a pensar que… - parou abruptamente enquanto lia nos seus olhos o receio que em tempos me trespassou o coração.
- Sim prima, já pensei isso inúmeras vezes. O mundo dos homens é sempre um escape. E se o medalhão foi-me destinado a mim, então é porque terei algo a fazer – baixei a cabeça imaginando um futuro demasiado próximo do qual não estava preparada para enfrentar.
- Isso é um peso enorme sobre os teus ombros – levantou-se Ewster de mansinho, fechando uma mão na outra, virando-se lentamente de forma que olhava-me encostada à parede. Cegamente achei estranha a postura.
- A nossa família já suportou tanto num espaço de tão poucos anos. Talvez seja a minha vez de contribuir pelos anos de paz nestas terras – disse descontraída, sem ter a certeza se aquilo fazia sentido.
- Então achas que foi alguém do outro mundo?! Só agora é que se manifestariam? – curiosa Ewster movia-se agitada e pensativa.
- As aparições acontecem mais ou menos pela minha idade, normalmente aos 16 anos - confirmei.
- Quando é que o medalhão despareceu?
- No dia exato do meu aniversário – conclui acenando positivamente a coincidência - Um belo presente. Digamos que continuam a escolher a melhor oportunidade para nos fazer baralhar o caminho do destino.
- Que achas que vai acontecer se o rei Kolrg descer até às terras do sul? – perguntara numa curiosidade atrevida e com mais entusiasmo que o suposto.
- A guerra já começou prima, muito antes de o rei kolrg pensar vir pessoalmente conquistar as nossas terras. Quando vim para cá avistei 5 navios parados em alto mar. O confronto começará em breve e eles não fazem tenção de o esconder. Esse rei sempre desejou as nossas costas. Tem bons barcos. Mas meu pai já não é novo e não teve nenhum filho homem. Os seus genros têm um coração nobre. Mas não sei se a nobreza irá ajudá-los a proteger as nossas terras. E o povo não tem apoiado a guerra. Sem o medalhão perdem a esperança. Aceitam a derrota. Entendes a minha tristeza? Além disso, tenho a certeza que não fui trazida só pelo medalhão, mas sim, pela minha segurança. Assim nada me acontece, eu que sou a guardiã do símbolo da família, da sua história e herança, enquanto sobreviver uma Carthgrä o meu povo não será vencido.
- O rei kolrg não imaginará que estás aqui, mesmo nas barbas dele. E não nos fará prisioneiros, ou então terá de enfrentar o enorme exército do meu pai.
- O tio não vai juntar-se a meu pai? – perguntei numa dor sustada.
- Não sei Myna. Depois do que lhe disseste ele ficou a pensar. Mas como deves imaginar coloca-o muito em risco. Ele também é rei. Três reis a lutarem, já imaginas-te as mortes de tanta gente inocente? Não sei prima.
Não me parecera justo a falta da
presença de meu tio nas eventuais lutas com o rei do norte, apesar de
compreender os motivos para que não o faça, mas sentia que se fosse o meu tio a
precisar, meu pai derramaria o seu sangue por ele.
- Quando achas que chega a minha irmã? Ela deve estar a sofrer muito. Tão pequena. Sem nenhuma das irmãs – perguntei hostilizando as várias dores que trespassavam o meu coração e as dúvidas que maltratavam a minha mente.
- Ela deve chegar dentro de dias. Eu ajudo-te a cuidar dela. É aceitável que tenha vindo para aqui, é o único lugar seguro. As tuas irmãs já casadas e com os seus filhos, não tinham forma de cruzar as fronteiras.
- Sim, ficaram todas na herdade. Não duvido que o nosso exército seja grande. Mas, felizmente ou infelizmente, os nossos nobres homens lutam com crença pelo seu rei. Não me queres fazer crer que o exército do rei do norte luta com os mesmos fins. Conheces as histórias dos rapazes tão novos a serem levados pelas mães para um treino desumano para torna-los máquinas de guerra. Achas que terão misericórdia quando olharem para dentro dos olhos dos inimigos como os nossos? Com ou sem medalhão aproxima-se uma catástrofe, e eu não estou lá. Estou aqui como uma foragida. Achas que sou melhor que os outros para ser guardada a sete chaves? O meu lugar é lá prima, é perto do meu povo, perto daqueles que precisam de mim para dar sentido à sua causa. Por muito que acho que seja um exagero da parte deles, esta é verdade, é o que eles sentem e eu tenho de respeitar isso. Eu devia de lá estar prima. O meu lugar é junto deles.
- Tu não és nenhum guerreiro, não és um homem. Não sabes lutar. Que esperas fazer lá? – ironizava a minha prima enquanto agitava o seu cabelo.
- Não precisas de saber manejar uma espada para estares numa guerra. A minha arma são as minhas palavras, a minha presença e a do medalhão. É esta a força que os homens precisam, não tenho culpa de ter sido assim. Além disso, eu aprendi a manejar o arco, tenho uma boa montada. E sei alguns truques para me defender. Dertulk ensinou-me.
- O mestre das espadas que desapareceu antes de o medalhão também desaparecer?
- Não fales assim, essas insinuações são falsas e desonrosas.
- Estás ouvi-las da minha boca enquanto os outros as falam nas tuas costas.
- Já pensaste que terá sido raptado? Já não é um homem novo. Não tinha nada a ganhar em fugir. Ele deixou três crianças e uma mulher que o amava. Como podem as pessoas pensar isso? Ele é tão preciso a meu pai, sempre foi um bom mestre de armas – defendi o bom homem que eu conheço desde que a lembrança me permite.
- Myna, és muito ingénua. Alguém do teu povo teve de ir a correr ao rei do norte e contar do teu sumiço e das histórias em volta do medalhão. O rei do norte pode não ser crente, mas não é estupido, acredita mais no que o povo pensa, do que, se naquilo que eles pensam, é verdade. Simplesmente aproveitou a oportunidade do teu povo estar fraco, a vários níveis és capaz de concordar.
- Falas como soubesses mais alguma coisa que eu não saiba – levantei-me exasperada.
- Só te estou a querer avisar. Não julgues todas as pessoas boas. Gosto de ti, não te quero ver magoada.
- E tu não as julgues todas más. Culpa-as por não terem tido as mesmas oportunidades que tu? A mesma vida tranquila sem preocupações? As traições não trazem honra ou felicidade eu sei. Mas é essa a grande lição. Conquistar o coração fraco e ajudares a que ele se torne mais forte. Somos todos uma equipa e vivemos em função dos mesmos desejos. Não podes rejeitar as pessoas assim, ainda que, eu não me acredite nessas histórias.
- Não te iludas prima, ou o teu caminho será mais difícil que imaginas. Aceita certas coisas e terás oportunidades boas de ter assim uma vida, sem responsabilidades.
- Prima desiludes-me. Que caracter mais infantil. Ainda tens muito aprender na vida. Viver não é só isto. Não é esta tranquilidade, esta preguiça. Não aspiras ser alguém que os outros admiram pela tua força e caracter? Queres ser apenas a senhora que manda nos outros e não sabe fazer nada? Um dia serás rainha, que poderás dar aos teus súbitos, que futuro desejas para eles?
- Que queres dizer? Achas que devo andar por ai a correr pela floresta a ouvir os animais, a nadar no mar, a percorrer a herdade no teu cavalo mágico, ou fazer turnos com os homens de teu pai para aprenderes a defender as tuas terras? Eu não sou uma selvagem Myna, e por isso somos mais ricos que vocês. Só por isso não se poderão queixar. Não preciso de cometer loucuras para gostarem de mim. Eu só quem sou, sou amada só por isso, e isso basta-me.
- Ewster como é possível? O ouro não é a coisa mais importante. Não consigo imaginar uma vida diferente da que eu tive.
- Nem eu imagino uma como a tua. E se queres um conselho viável, esquece o teu povo. Meu pai irá gostar que estejas por aqui.
- Não sei que queres dizer Ewster – estava furiosa com as palavras da minha prima, e subitamente senti-me que não estava tão segura quanto imaginava.
- Não precisas de saber mais nada Myna, agora vai, quero descansar.
O meu coração parecia rebentar de tanta
revolta. A minha prima sabia mesmo perturbar-me, sempre o fizera desde que nos
fomos apresentadas. Mas havia ali uma informação importante. Havia qualquer
coisa de importante a descobrir. Será que meu tio está envolvido na guerra?
Haverá manobras dilatórias que estejam a passar ao lado dos planos de meu pai?
Ele precisa de saber isto. Preciso de ir para casa. Se conseguisse descobrir
alguma coisa, mas ninguém me conta nada. Não acredito que meu tio possa estar a
trair meu pai. O medalhão representa para o meu povo a força para continuarem,
por qualquer razão, eles respiravam daquele símbolo, eles alimentavam-se da sua
energia. Onde estará o medalhão?
Este era fabuloso. Fora forjado no fogo com o ouro da
coroa de uma das rainhas do mundo paralelo. O medalhão tinha sido abençoado
pelo outro mundo e nele um símbolo representava a nossa história: dois fabulosos
cavalos cruzados, que se erguem sob uma espada com belos motivos, elaborada com
insígnias na língua antiga. No cimo do medalhão, surge uma robusta e majestosa
coroa em forma de uma cabeça de lobo com a boca aberta por onde passa o cordão.
Meu coração estalava de medo, angústia, saudade, impotência e uma adrenalina
feroz.
Desci as escadas do quarto e entrei sorrateira na
cozinha. Não querendo ser vista, acabei por ouvir uma conversa entre dois
homens sujos e asneirentos.
- Os planos estão a correr
como o desejado. O homem desbroncou-se todo.
- E o melhor é que lá o
que chamam de rei do sul acha que ele traiu o seu povo.
- E traiu – riu-se num
prazer confortável.
- Traiu mas com uma
ajudinha. Uns ossos partidos, uns dedos a menos e lá traiu.
- Aquela gente é de fibra,
mas têm um coração fraco. Ameaças quem amam e contam tudo. Que vão fazer com o
desgraçado?
- O mais provável é
deixarem-no ai numa vala. Lembras-te do último, ainda não me esqueci do aspecto.
Que prazer.
- Agora vem ai o inverno, as águas vão subir ao pico da brohä e se souber nadar, o mar leva-o a casa… - riram-se às gargalhadas parvas e sonoras, enquanto comiam
pão duro e carne acabada de assar.
O quê?
Será possível?
Estariam a falar de Dertulk?
Então eu sabia, ele não abandonara o meu pai. Fora mesmo raptado. Que poderei fazer? Como poderei salvá-lo?
Será possível?
Estariam a falar de Dertulk?
Então eu sabia, ele não abandonara o meu pai. Fora mesmo raptado. Que poderei fazer? Como poderei salvá-lo?
Um sussurro transformou-se em dor e antes do rosto se revelar, a forte pancada fez-se sentir na minha nuca e eu deixei-me cair num sono
profundo.
Continua…
Olá miga,
ResponderEliminarAntes demais as minhas desculpas por só agora vir comentar o teu texto.
Está ao teu nível, encontrei um pequeno erro, que nem, te vou dizer qual, pois já li tantos textos teus e sei que tens imenso cuidado e raramente se vêm, o que demonstra que escreves muito bem.
Dá para reflectir o que a ambição de vários réis pode fazer nos seus povos, mas pronto era assim nesses tempos e ainda nos dias de hoje as coisas se passam assim :D
A escrita é a habitual, sempre boa de ler e sem momentos mortos, o enredo está bem desenvolvido, com muito potencial e que claro pode dar imensos volte-faces e quanto ás personagens parece-me que estão bem conseguidas e ficamos cativados pela Myna, que parece ser uma mulher, se não uma jovem, já com um dever de justiça bem presente.
Será que iremos ter seres do outro mundo aqui presentes ? Quem terá roubado o medalhão o tio de Myna ?
Mistérios é que não faltam, venha a continuação :)
Bjs
Olá Carla
ResponderEliminarJá queria ter vindo ler há mais tempo este texto, mas passou e não o fiz.
Ontem um corvo comentou-o comigo e disse para comigo que tinha de o fazer.
Cá estou. Gostei do que li e fico muito curiosa pelo resto.
Como o Fiacha comentou, a Myna revela ser uma jovem com uma personalidade muito própria, responsável e justa. Será certamente a personagem mais marcante da história.
Deverás rever o texto, pois existem alguns erritos, daqueles que todos fazemos, e que se releres com atenção irás corrigi-los.
Continua,
Bjs e boa escrita
Obrigado amigos pelas palavras de apoio ^_^
ResponderEliminarAcredito que o texto contenha erros, apesar de ler e reler, às vezes passam. Irei fazer a revisão do texto e publicar a continuação. Obrigado :)
Myna é uma jovem de facto com um destino de peso, um legado de família. Mas ainda há muito para descobrir sobre o medalhão e o tio? bem...ambição é uma porta errada que se entra, no seu interior a escuridão não altera e o que lá habita é arrepiante..
Boas leituras amigos ^_^
Fico curiosa :P e venho espreitar pela continuação ...
ResponderEliminaros erros são perfeitamente normais, acontecem a todos nós, não te preocupes. Apenas importa referir porque outros olhos conseguem vê-los melhor que os nossos já viciados na história e depois é só corrigir :)
Continua amiga ^_^
bjs