sexta-feira, 29 de março de 2013

Desafio Arco-íris

Recebi mais um selinho, além de giro é muito colorido..
                                                                         
                                                                  
As regras do selo são:



1. Referir quem vos deu o selo;
 
2. Postar uma foto de uma pilha com as cores do arco-íris;

 
3. Passar o selo a 10 blogs super-hiper-mega coloridos;





1. Bem...este selo super colorido foi oferecido por 2 bons amigos do coração - Fiacha e A Caminhante - aos quais, agradeço a oferta e a partilha do desafio.

2. Ora a minha escolha é-me especial, escolhi mostrar a pilha de livros da escritora que muito admiro, conhecem? (a qualidade da foto não é muito boa, mas dá para reconhecer os títulos ^_^ )


3. E é justo, tal como no selo anterior, e sendo este um selo bem giro, lego a todos os meus seguidores este selo com o desafio Arco-íris..:D

Boas leituras :D

domingo, 24 de março de 2013

Iº. Parte - Conto: Os filhos de Fgôr - o tesouro de âmbar



Alteando uma dor cega, agita-se o grito de agonia. Um golpe certeiro de uma espada, fina e afiada trespassou-me a mera pele, sem escudo ou capa que a protegesse. Lá ao longe, lá bem longe ainda se podiam ouvir os gritos agoniados, o cheiro agonizante e uma tez de morte no ar. A batalha de Mîsk não durara mais que um pôr-do-sol, traídos por uma neblina sem escrúpulos, tantos os soldados de Ghibrär como os de D’Ewr sucumbiram naquele inimigo que não precisou de espadas nem de martelos. 

Eu resisti. Resisti sem ter tempo de salvar todos os bons homens que não se acharam a si próprios naquele nevoeiro maldito, onde o inimigo aproveitava para atacar-nos como seres insignificantes e de tamanho inferior. De rosto tão desconhecido, o seu real poder emergia na noite que assobiava alto aos medos dos humanos, agitando as folhas nas janelas das casas, passeando perto das nossas esperanças. Se esta batalha não chegou sequer para chegar perto dele, então não imagino o que poderá enfrentá-lo e vencê-lo. Desejos ambíguos de um humanismo tão inferior perto de tais criaturas. 

Fé, diziam eles, os comuns homens. Como se a fé chegasse, como se a fé detivesse o brio de uma espada, como se a fé curasse os seus medos perante a morte. Eu já enfrentei todos os medos e nada pude fazer senão esquecer a fé. Seguir em frente gritava meu pai, foge, bem para lá das colinas de Morghîl. Tão pequeno, tão indefeso quanto um pequeno lince. Nunca me julgara corajoso até ao momento em que sobreviver exigia mais do que fé, porque no momento da fome, do frio, e das dores da vida amarga a fé não me protegia, antes deixa-me levar para um lugar tão longe do meu, onde não quero voltar. As memórias que não me mintam e não distorçam o que eu vi. Lá naquele reino onde não há humanos nem Criaturas mágicas ou encantadas, mas sim, um reino desfeito de pretensões onde eu sabia que outrora nada fora assim, onde a beleza era pura como a bondade. 

Os deuses foram derrotados ou feitos prisioneiros por outros. Desses, conquistaram aquele reino, a minha casa. Dos malditos, um achou o reino dos humanos bem mais interessante, tão fácil de conquistar. E aqui estou eu. A tentar derrotar o que me derrotou em tempos, o que me roubou a fé, família, infância e direito a voltar para casa. O sussurro chega-me perto da mente, não a deixo entrar. Meras palavras de assombro. Não voltarei atrás. Não me influencio pelos gritos dos coitados que nada posso fazer por eles, se nem para mim chego. O nevoeiro circulava em volta procurando vítimas. 

- A mim não me chegas!

Disse tão estupidamente para mim, com um sorriso vaidoso que me castigou a seguir. Tão rápido como uma flecha, tão forte como um bravo, ele surgiu, crescendo perante os meus olhos enquanto avançava em investida para mim. Olhei-o bem naqueles olhos verdes de uma safira líquida, com traços de um negro tão profundo que quase que caí no poço do seu olhar negro. Mas o meu sorriso era bem mais atroz, e o plano resultara.

- Gritem agora coitados e fujam se as vossas pernas o permitirem. Agora é a minha vez de lutar... - sussurrei num esgar raivoso.

Desafiando os cortes que manchavam a minha roupa de sangue, desembainhei a espada. Então, a espada brilhou com o fio de presença da lua nova, que em todo o esplendor se gloriou do seu brilho. Tão clara que o brilho na espada encadeava ao meu redor. O brilho surgira da lâmina de tez azul tão clara como a cor de um céu de verão, com as insígnias a revelaram-se numa oração eficiente e a magia surgiu nos seus contornos como se vestisse uma armadura forte sem bloquear. 

Aquela criatura de forma tão destorcida, alta, de cabelos longos de um cinza manchado, membros largos como se quisesse abraçar todos os seus inimigos e esmagá-los nos seus membros, olhava-me de uma perplexidade irada.

- Julgavas-me morto criatura da noite? - gritei-lhe enquanto a fúria transformava-se em força.

A espada dançava no ar enquanto tentava alcançar com os seus golpes a figura fantasmagórica. Desviando-se rápido e ambicioso investira-me por inúmeras vezes, mas a espada tinha alcance longo no seu rasto, e nas investidas que já tinha ocorrido ainda o seu rasto rasgava o inimigo. De magia poderosa, nenhuma outra superava a espada de Gkäwes, antigo povo das criaturas que serviam os Deuses.

- Sabes o que isto é não sabes? - desafiei a criatura cada vez mais ciente de que eu, não era um comum humano - Tu conhece-la. Já te enfrentou inúmeras vezes. Avança criatura e mandar-te-ei de volta ao teu verdadeiro lugar, nos esgotos rançosos onde os Deuses despejam as suas despejadas vontades.

A criatura não respondia, antes preferiu retirar-se para continuar a sua destruição com os mais fracos e contar as suas inúmeras perdas. Estava satisfeita das suas vítimas, e enfurecido da minha presença não requerida, sem rei nem lei. Esta era de tão verdade quanto os seus olhos permitam ver no meio da fúria. Sei que a criatura voltará apenas atrás de mim, mas ainda não, ainda não.

De facto, a minha existência não agradava aos maiores, nem à sua maior parte que habita entre os humanos. O meu sangue gera duas raças, inconveniente para cada dos lados, não sendo bem-vindo em algum. Sou um mero detentor de forças que não as atrevo experimentar. A espada é a minha herança, a minha forma e protecção. Eu sou o Cratwer, filho de Fgôr o grande mestre das magias antigas e rei das terras de Tharterä, para lá do oeste onde repousa o sol, e filho da Deusa Oghtêrj, do povo que vive na escuridão do mundo, onde tudo é submerso e toda maleficência cresce. Uma união tão imprevisível na história de todas as raças do mundo comum e os outros de que não me atrevo mencionar, não tão imprevisível o abandono e revolta das raças do mundo comum pela minha presença, castigada no cruzamento das suas vidas. 

A espada volta ao seu estado normal, de tez branca como aquele luar tão belo, satisfeito lá bem no alto, onde o inimigo não chega lá para a vingança certa. Repousara a minha herança no cinto, arrastando-me até ao rio emigrante, onde as feridas foram lavadas e o descanso me tomou. À noite, enquanto sonho, a luz da lua leva-me para lugares tão distantes deste espaço e tão perto das minhas memórias. Naquele profundo mundo, eu abraçava a luz do sol, tão quente, que me amava o corpo. As montanhas eram para lá de um aconchego da alma, era o desafio gratuito, a passagem para lá deste mundo comum, um outro mundo, onde eu deveria estar. 

continua....

Selinho "Blog de outro MUNDO"

Um selinho muito fofo...é de facto de outro mundo :D


As regras são:

1-Colocá-lo no teu blog.
2- Referir o link( quem te enviou)
3- Dizer quais são as três coisas que mais gostas num livro e as três que mais odeias.
4- Passar o selo a 5 (ou mais blogs) que consideres de outro mundo





1: Cumpri...

2: o link que me enviou é de um blog muito querido, repleto de leituras bem escolhidas e fascinantes, o nobre corvo Fiacha: http://leiturasdofiachaocorvonegro.blogspot.pt. Obrigado caro amigo.

3: As três coisas que mais gosto - a mensagem, a forma apaixonante como é descrita e o final sempre feliz ou justo; As três coisas que mais odeio - capítulos sem seguimento, muitos pontos por explicar, muita palha.

4: bem..vou-me repetir um pouco ao amigo Fiacha, mas passo igualmente para todos os blogs que conheço, de facto todos nós construímos algo diferente digno de contemplação...^_^

Selo "Amanda, vivendo nas leituras de 2013"

Mais um selinho oferecido e que muito agradeço a Amanda:

"Amanda, vivendo nas leituras de 2013"


Aqui ficam as regras:

1. Listar 12 coisas sobre q gosta de fazer; 
2. Responder ás 12 perguntas q lhe foram atribuídas;
3. Nomear 12 bloggers com 200 ou menos seguidores, colocar o link dos respectivos bloggs neste post e avisá-la/os sobre o prêmio; 
4. Fazer 12 novas perguntas aos bloggs q nomeei

Listar 12 coisas sobre q gosta de fazer;
- ouvir
- observar
- amar
- de aprender novos lugares, novas histórias
- de passear
- de chocolate
- natureza
- romances históricos
- romances e música épicos
- Egipto
- ensinamentos antigos
- dormir

Perguntas:
  1. Qual o seu estilo literário preferido?
Romances e contos.
  1. Qual o livro q está lendo no momento, e pq?
De momento já não estou a ler nenhum, mas terminei o sangue-do-coração, um brilhante romance oferecido por um bom amigo.
  1. Que lugar gosta de ler?
Num jardim ou acolhimento do meu sofá .
  1. Gosta dessa ideia de selo, acha q realmente aproxima os blogs?
Sim, é uma boa forma de conhecer mais pessoas e aproximar gostos e opiniões.
  1.  Qual o seu personagem favorito, e pq?
Bran de Filho das Sombras, continua a ser uma personagem completa, tão real quando os desafios de uma vida comum, fascinante, sério, guerreiro e amante, provou ser uma personagem eternamente apaixonante.
  1. Qual o seu/sua autor/a preferido/a?
Juliet Marillier.
  1. Repete leituras? Cite uma.
Ainda não repeti nenhuma, mas pretendo fazer com a trilogia de Sevenwaters e com Aparição de Vergílio Ferreira, indico-lhe este último Amanda.
  1. Qual o livro q mais te marcou e pq?
A filha da floresta de Juliet Marillier foi o inicio de uma agradável jornada de leituras e experiências vibrantes.
  1. Dentre as q vou citar, qual dessas séries mais gostou, Harry Potter, O Sr. dos Anéis, ou Crônicas do gelo e do Fogo (Martin)?
Sem dúvida o Senhor dos Anéis, a mais completa e perfeita saga, o inicio de poderosas e fantásticas histórias, como estas à posteriori.
  1. Qual o livro q gostaria muito de ler?
 Bem..quero muito ler o livro último de Sevenwaters...será muito em breve..:D
  1. Que tipo de leitura prefere, a mais detalhada minuciosa, ou a mais direta, com mais ação?
Gosto de uma leitura detalhada que saiba ser devidamente lenta ou rápida consoante o que história exige. A ação pode ser brilhantemente trabalhada ao mesmo tempo que o enredo ou uma lição se vai construindo. É uma arte saber escrever bem e de forma tão disciplinada. Poucas foram as leituras em que me apaixonei completamente pela sua escrita, ainda que a história fosse boa. O autor deve conhecer e observar o comportamento humano para descobrir como manobrar as palavras.
  1. Já leu algum livro clássico? Qual?
Já li A Aparição de Vergílio Ferreira, Fernando Pessoa, o Memorial do Convento de José Saramago, também lhe aconselho este Amanda.

Nomeio os seguintes blogs:

http://folhasdomundo.blogspot.pt/
http://leiturasdofiachaocorvonegro.blogspot.pt/
http://ghostreader1.blogspot.pt/
http://devaneiosdajojo.blogspot.pt/
http://nomnomlivros.blogspot.pt/
http://livroshistoriasemundosfantasticos.blogspot.pt/

As minhas perguntas: 

1.      Estás disposta/o a ler um livro de estilo literário diferente do habitual e estrangeiro? Qual escolherás?
2.      Escreves-me um pequeno conto feito por ti?
3.      Costumas repensar sobre aquilo que leste?
4.      O que guardas para ti com as personagens que conheces nas páginas amadas de um livro?
5.      Gostas de finais felizes ou finais suspensos?
6.      Que estilo literário menos aprecias?
7.      Qual a criatura fantástica que mais gostas de ver nas histórias que lês?
8.      Qual a mitologia que mais gostas (nórdica, romana, grega, celta (…))?
9.      Se pudesses viver uma aventura num livro, que história escolherias viver?
10.  Que farias nessa história sem mudar o rumo final?
11.  Que livro gostarias de ver em filme?
12.  Qual a tua próxima aquisição literária?

sábado, 23 de março de 2013

Tim, Colleen McCullough


Sinopse:

Mary Horton, solteirona na casa dos quarenta, rica, solitária, simples, acredita que não precisa de amor nem de amizade, satisfazendo-se com a sua confortável casa, o seu jardim, o seu Bentley e a casa de praia que comprou com o fruto do seu trabalho e dos investimentos realizados, com os livros que lê e a música que ouve sozinha.

Tim Melville, vinte e cinco anos, operário, é filho de Ron e Esme Melville que o receberam como uma dádiva para o seu tardio casamento. Tim tem a beleza e a graça de um deus grego, mas é um simples de espírito, uma criança grande.

No entanto, Ron e Esme, modestos operários australianos, pessoas sensatas e sem ambições, gostam dele pelo que é e preparam-no para trabalhar segundo as suas possibilidades. 

Tim é um trabalhador insignificante de uma empresa de construção civil, infatigável e esforçado. Dias de trabalho pesado e fins-de-semana passados com o pai num pub e noites tranquilas junto da família, a ver televisão, representavam para Tim toda a sua perspectiva de vida.
Quando Mary encontra Tim e o contrata como jardineiro durante os fins-de-semana, uma ligação muito forte vai nascer entre eles. Mary sente por Tim o mesmo tipo de amor que sentiria pelo filho que nunca teve; Tim, em contrapartida ensina-lhe a ver o mundo de uma maneira mais simples e optimista, trazendo à sua vida solitária o calor e o afecto que lhe faltavam.
Tim, o primeiro romance de Colleen McCullough, tem já de Pássaros Feridos e Uma Obsessão Indecente que se lhe seguiram, a sensibilidade e a segurança das personagens e a mestria inconfundível de uma história bem contada.


Opinião:

Todas as idades são vividas em produto de manifestações da maturidade das nossas vivências e por manifestações de emoções novas e presentes. Nem sempre somos a perfeição que trabalhamos para ser, nem sempre o destino deixa que governemos o nosso caminho por dias calmos, discretos e inocentes. O que um gesto de bondade pode brotar poderá dar resultado a uma bela história de amor. E amar? O que é amar? O que é permitido no amor? Será o preconceito superior à felicidade? A vida conta-nos uma história curiosa de mudança, evolução, onde o único objetivo é sermos corajosos e arriscar uma felicidade por vezes louca e impensável. Uma descrição maravilhada de que amar é puro bem-estar de corpo e alma e só isso é que importa. Tim é um exemplar de beleza, de coração bom, mas de uma maturidade que se assume numa inocência pura e deslumbrante. Mary uma senhora perfeccionista e lutadora que acaba por ver a sua tranquilidade alterada por novas sensações e descobertas. Um casal impensável, uma relação forte e renovadora e uma casa cheia de alegria e cor, abraçada por um jardim colorido e musical.
Uma leitura agradável, bastante real e que termina num romance tão saboroso. 
Uma lição de acabar com preconceitos infundados e viver à vontade dos sonhos e vontades.

Sangue - do - Coração, Juliet Marillier


Sinopse:
Uma floresta assombrada. Um castelo amaldiçoado. Uma jovem que foge do seu passado e um homem que é mais do que parece ser. Uma história de amor, traição e redenção...
Whistling Tor é um lugar de segredos, uma colina arborizada e misteriosa que alberga a fortaleza detiorada de um chefe tribal cujo nome se pronuncia no distrito em tons de repulsa e de amargura. Há uma maldição que paira sobre uma família de Anluan e o seu povo; os bosques escondem uma força perigosa que pronuncia desgraças a cada sussurro. E, no entanto, a fortaleza abandonada é um porto seguro para Caitrin, a jovem escriba inquieta que foge dos seus próprios fantasmas. Apesar do temperamento de Anluan e dos misteriosos segredos guardados nos corredores escuros, este lugar há muito temido providencia o refúgio de que ela tanto precisa. 
À medida que o tempo passa, Caitrin aprende que há mais por detrás do jovem desfeito e dos estranhos membros do seu lar do que ela pensava. 
Poderá ser apenas através do amor e da determinação dela que a maldição será desfeita e Anluan e a sua gente libertados...

 Opinião:

A bruma é uma adenda do mistério. A tristeza e a solidão é apenas um estado susceptível de ser alterado. Aqui neste lugar assombroso, a bondade e a harmonia prevalecem sem reserva com a presença de Caitrin de corpo quente e coração curioso e bom. Mas e o ódio e a vingança que caminham sobre os corredores do Tor?
Será preciso mais do que tolerância e saudade para a vencer. É necessário, muito amor e fé. Caitrin vai viver todas estas manifestações, tanto num passado tenebroso como num presente que abraça, tudo para alcançar um futuro que há cem anos se deseja paz. É necessário unir o povo da pretensão de guerras territoriais pelo Tor e uma hoste desgovernada precisa de partir para o seu mundo. Não vai chegar a força da vontade, será exigido muita força e muita coragem para vencer os medos e preconceitos físicos e psicológicos para alcançar a vitória.
Todas as mulheres de Tor são importantes, todas elas completam um seguimento de histórias que fecham um círculo e tornam-se na necessária chave para descobrir como desfazer a maldição que recai sobre de Whistling Tor. Todos os chefes tribais de Tor governam esta maldição de forma diferente. Os espelhos que decoram as paredes da grande casa mostram mais que um rosto presente e se Caitrin tiver fé nas suas imagens poderá salvar Anluan de um futuro certo e iminente. Nem todas as pessoas são o que parecem e nem sempre o que parece é-o realmente.
Um jardim decorado de gentes de outroras alegrias e uma flor que é o maior tesouro de Whistling Tor.

Um livro oferecido por um bom amigo e uma alegria conquistada. Uma aventura fantástica onde vivemos os medos e receios dos erros do passado, os medos e receios do presente e onde se luta por uma esperança que pouco se acredita por uma mudança grandiosa do futuro. É fabuloso como a ternura de um olhar, a bravura de uma palavra e o toque do amor pode desfazer mesmo a maior das maldições. 

Mais uma bela e fabulosa história de Juliet Marillier...